SEM ESSE DESEJO SERÍAMOS COMO ANIMAIS

SEM ESSE DESEJO SERÍAMOS COMO ANIMAIS
04/02

SEM ESSE DESEJO SERÍAMOS COMO ANIMAIS

Só há um meio para que as outras pessoas façam alguma coisa. 

Esse meio é que ela queira fazer.
Não há outro caminho.
Naturalmente que pode se pode obrigá-la a lhe dar o relógio Rolex apontando-lhe uma arma.
Pode obter de um empregado a sua colaboração sob ameaça de demissão.
Mas ele será leal até você virar-lhe as costas.
Pode fazer com uma criança lhe obedeça por meio de ameaças de uns puxões de orelhas, de umas palmadas.
Mas esses meios cruéis tem repercussão indesejável.
A única maneira pela qual se consegue que alguém faça alguma coisa é dando-lhe o que ela quer.
Mas, o que ela quer?
Para Freud, duas coisas: necessidade sexual e desejo de ser grande.
Para o filósofo J. Dewey: ser importante e o desejo de ser grande.
E você, o que quer?

EIS ALGUMAS COISAS DESEJADAS PELA MAIORIA DAS PESSOAS:

1. Saúde e vida saudável;

2. Alimentos;

3. Repouso; 

4. Dinheiro e as coisas que lhe possa trazer;

5. Vida futura;

6. Satisfação sexual;

7. Bem estar dos filhos;

8. Sensação de importância.

 

Quase todos os desejos são satisfeito, menos um, quase tão importante quanto o desejo de alimento ou de repouso e que raramente é satisfeito. ‘
É o Freud chama “desejo de ser grande”; Dewey, “desejo de ser importante”;
Abrahão Lincoln em uma de suas famosas cartas começou-a dizendo:
“Todos gostam de um cumprimento” 
“O mais profundo princípio da natureza humana é a ânsia de ser apreciado.” 
(William James). Ele não falou em “desejo,” ou “vontade” ou “aspiração” de ser apreciado, falou, “ânsia” de ser apreciado.
É um ardente e atormentado desejo humano e as poucas pessoas que honestamente satisfazem esse desejo do outro, terão as pessoas na palma de suas mãos.
E mesmo proprietário de uma funerária ficará triste quando tais pessoas morrem.
O desejo de ser importante é uma das principais diferenças entre as pessoas e os animais.
Esse desejo de ser importante de nossos antepassados é que trouxe nossa civilização até hoje.
Sem esse desejo seriamos como animais. 

Escreve: Ettore Dalboni da Cunha.
EGD/2009/2010

 

  • Compartilhe com seus amigos
  • Compartilhar no Facebook00
  • Compartilhar no Google Plus00
  • Compartilhar no Twitter
  • Compartilhar no Whatsapp